segunda-feira, 30 de maio de 2011
Seu deputado aprovou o novo Código Florestal?
Clique aqui para saber e lembre-se disso nas próximas eleições.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Jardim Botânico de Caxias do Sul - Cenário Degradado

Deu no Pioneiro desta segunda-feira, 15/11/2010: "Cenário se degrada na região do Jardim". Queimadas e falta de segurança comprometem o ambiente do Jardim Botânico. A situação de ambandono em que se encontra a área já foi relatada aqui neste blog em outras postagens há tempos (veja nas tags). Mesmo assim a prefeitura chegou a veicular comercial em rádio que anunciava a área como entregue a população! Ô cara de pau!
Leia a reportagem do pioneiro aqui.
Foto de Saulo José Leite.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Aprovado projeto do Parque dos Planquinhos
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Caxias do Sul - RS aprovou o projeto de criação do Parque dos Palanquinhos. Situado no distrito de Criúva, compreende área de 70 a 72 hectares ao redor do Cânion dos Palanquinhos.
O parque de livre visitação terá trilhas, mirante, anfiteatro e lancheria. A Secretaria do Meio Ambiente garante que as obras ocorrerão sem o corte de árvores, para causar o menor impacto possível. Mesmo assim, vai ser necessário o deslocamento de 750 metro cúbicos de terra.
A criação do parque é resultado de um termo de ajustamento de conduta entre a secretaria e a empresa que recentemente construiu uma das hidrelétricas no rio Lajeado Grande e derrubou ilegalmente 1.500 árvores.
Fonte (texto e foto): Jornal Correio do Povo de 26 de outubro de 2010.
Marcadores:
Campos de Cima da Serra,
Notícias,
Paisagens,
Áreas de Proteção Ambiental
domingo, 4 de abril de 2010
Refúgio da vida silvestre - corredor do rio Pelotas
Recentemente recebi um comentário sobre a construção da UHE Pai Querê. A leitora afirma que a construção da usina trará mais benefícios que malefícios à região, principalmente no que se trata de empregos e desenvolvimento tecnológico. Além do mais, argumenta que a empresa construtora deverá investir em programas de reflorestamento e proteção das espécies em extinção do local.
Com todo respeito a opinião de cada um, refuto estes argumentos. Primeiro a geração de empregos, claro ela vai acontecer, mas na grande maioria não empregará pessoas da localidade, mas funcionários da empreiteira responsável pela construção. Depois da inauguração também teremos empregos, mas não é muita coisa, uma usina hidrelétrica não gera tanto emprego.
Segundo, se for pelo avanço tecnológico por que não implantamos uma usina eólica? São muito mais avançadas e representam uma das melhores relações com o meio ambiente, com baixíssimo impacto ambiental. Pelo que sei, alguns municípios que estão na região de impacto da provável usina têm potencial eólico. Ainda nesta hipótese contribuíamos com a geração de empregos também.
Por último, se não houver usina, não há necessidade de reflorestar. E se for concretizada a área de preservação teremos um magnífico refúgio para a vida silvestre de uma região (vale do Pelotas/Uruguai) que foi fortemente impactada pela construção de várias hidrelétricas.
É muito importante esclarecer que o refúgio proposto não retira as pessoas das suas casas e propriedades, apenas regula as atividades que podem ser praticadas na região e dá suporte ao desenvolvimento de atividades ecologicamente sustentáveis.
Com todo respeito a opinião de cada um, refuto estes argumentos. Primeiro a geração de empregos, claro ela vai acontecer, mas na grande maioria não empregará pessoas da localidade, mas funcionários da empreiteira responsável pela construção. Depois da inauguração também teremos empregos, mas não é muita coisa, uma usina hidrelétrica não gera tanto emprego.
Segundo, se for pelo avanço tecnológico por que não implantamos uma usina eólica? São muito mais avançadas e representam uma das melhores relações com o meio ambiente, com baixíssimo impacto ambiental. Pelo que sei, alguns municípios que estão na região de impacto da provável usina têm potencial eólico. Ainda nesta hipótese contribuíamos com a geração de empregos também.
Por último, se não houver usina, não há necessidade de reflorestar. E se for concretizada a área de preservação teremos um magnífico refúgio para a vida silvestre de uma região (vale do Pelotas/Uruguai) que foi fortemente impactada pela construção de várias hidrelétricas.
É muito importante esclarecer que o refúgio proposto não retira as pessoas das suas casas e propriedades, apenas regula as atividades que podem ser praticadas na região e dá suporte ao desenvolvimento de atividades ecologicamente sustentáveis.
Marcadores:
Refúgio da Vida Silvestre (R. Pelotas)
De volta a ativa
Depois de uma temporada de desleixo o blog volta a ativa. Claro, tentarei ser menos desleixado, mas sem exageros.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Poluição mental
Acredito que nos dias atuais a maioria das pessoas têm dificuldade em lidar com todas informações geradas pelos atuais canais de comunicação. No passado o acesso a informações era restrito. Jornais e revistas internacionais demoravam a circular entre os países e inúmeras informações ficavam isoladas em suas cidades. "As crianças de hohe têm o mesmo grau de ansiedade que um paciente psiquiátrico da década de 1950. Nosso cérebro não tem capacidade de lidar com isso", afirma o psicólogo Cristiano Abreu. Atualmente, geram-se tantos dados digitais que devemos terminar o ano na casa dos 800 exabytes (1 milhão de vezes o gigabyte), segundo dados da consultoria IDC. São informações que abrangem notícias, músicas, games, arquivos, mapas, mensagens instantâneas, entre muitas outras - quatro vezes o volume criado há três anos e, menos da metade da previsão para 2011, que é de 1800 exabytes.
Texto extraído da matéria Overdose de Informação, revista Info Exame, nº 286 de dezembro de 2009.
Texto extraído da matéria Overdose de Informação, revista Info Exame, nº 286 de dezembro de 2009.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Usinas hidrelétricas são "energia limpa"?
Há tempos ouço a polêmica a respeito do quão limpa é a energia gerada por uma usina hidrelétrica. Temos a seguir um artigo que nos faz pensar e pesar muito a este respeito. Já é sabido que "os reservatórios de hidrelétricas são bem conhecidos por causarem outros graves impactos, tais como: deslocar populações humanas e alterar radicalmente os ecossistemas terrestres e aquáticos", além disso o autor alerta para a grande quantidade de metano liberado pelas turbinas de uma usina. Curioso não? Leiam e entendam. São apenas 3 páginas bem escritas e fáceis de entender: http://philip.inpa.gov.br/publ_livres/Preprints/2009/Belo%20Monte%20e%20os%20GEE-1-A%20pol%C3%AAmica.pdf
Nota: o metano (CH4) pode produzir de 21 a 34 vezes mais efeito estufa que o CO2.
Nota: o metano (CH4) pode produzir de 21 a 34 vezes mais efeito estufa que o CO2.
Assinar:
Postagens (Atom)
