terça-feira, 24 de julho de 2012

Caapuã de cara nova

Hoje estreia o novo leiaute do Blog Caapuã, com um detalhe especial: o super logo aí decima criado pelo amigão Gustavo Ferreira. Ficou joia!

domingo, 22 de julho de 2012

Rio Tega ficou vermelho (literalmente)

Peguei a foto ao lado no Jornal Pioneiro, de 21/07/12. Nela o Rio Caxias, popular Tega, aparece vermelho! Segundo o citado Jornal, trata-se de um despejo, suponho industrial.
Acho que a sociedade caxiense merece mais informações. Se o despejo é nocivo, o auto já devia ter sido multado e o ato paralisado (parece que é a segunda vez que acontece). E mesmo que não seja nocivo, não deve ser feito. Causa uma imagem muito chocante e é um desrespeito à sociedade e ao meio ambiente.
Afinal de contas, do que se trata???

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Composteira Doméstica

Recebi um comentário sobre composteira doméstica no blog, muito bacana! Nele, a Júlia Aguiar compartilha um vídeo onde mostra como montar uma composteira de sucesso. Muito eficiente.
Vale a pena assistir. Ficou bem melhor que a minha! hehehe... Segue o link: https://vimeo.com/42740420

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Seu deputado aprovou o novo Código Florestal?

Clique aqui para saber e lembre-se disso nas próximas eleições.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Jardim Botânico de Caxias do Sul - Cenário Degradado


Deu no Pioneiro desta segunda-feira, 15/11/2010: "Cenário se degrada na região do Jardim". Queimadas e falta de segurança comprometem o ambiente do Jardim Botânico. A situação de ambandono em que se encontra a área já foi relatada aqui neste blog em outras postagens há tempos (veja nas tags). Mesmo assim a prefeitura chegou a veicular comercial em rádio que anunciava a área como entregue a população! Ô cara de pau!

Leia a reportagem do pioneiro aqui.

Foto de Saulo José Leite.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Aprovado projeto do Parque dos Planquinhos


A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Caxias do Sul - RS aprovou o projeto de criação do Parque dos Palanquinhos. Situado no distrito de Criúva, compreende área de 70 a 72 hectares ao redor do Cânion dos Palanquinhos.
O parque de livre visitação terá trilhas, mirante, anfiteatro e lancheria. A Secretaria do Meio Ambiente garante que as obras ocorrerão sem o corte de árvores, para causar o menor impacto possível. Mesmo assim, vai ser necessário o deslocamento de 750 metro cúbicos de terra.
A criação do parque é resultado de um termo de ajustamento de conduta entre a secretaria e a empresa que recentemente construiu uma das hidrelétricas no rio Lajeado Grande e derrubou ilegalmente 1.500 árvores.

Fonte (texto e foto): Jornal Correio do Povo de 26 de outubro de 2010.

domingo, 4 de abril de 2010

Refúgio da vida silvestre - corredor do rio Pelotas

Recentemente recebi um comentário sobre a construção da UHE Pai Querê. A leitora afirma que a construção da usina trará mais benefícios que malefícios à região, principalmente no que se trata de empregos e desenvolvimento tecnológico. Além do mais, argumenta que a empresa construtora deverá investir em programas de reflorestamento e proteção das espécies em extinção do local.
Com todo respeito a opinião de cada um, refuto estes argumentos. Primeiro a geração de empregos, claro ela vai acontecer, mas na grande maioria não empregará pessoas da localidade, mas funcionários da empreiteira responsável pela construção. Depois da inauguração também teremos empregos, mas não é muita coisa, uma usina hidrelétrica não gera tanto emprego.
Segundo, se for pelo avanço tecnológico por que não implantamos uma usina eólica? São muito mais avançadas e representam uma das melhores relações com o meio ambiente, com baixíssimo impacto ambiental. Pelo que sei, alguns municípios que estão na região de impacto da provável usina têm potencial eólico. Ainda nesta hipótese contribuíamos com a geração de empregos também.
Por último, se não houver usina, não há necessidade de reflorestar. E se for concretizada a área de preservação teremos um magnífico refúgio para a vida silvestre de uma região (vale do Pelotas/Uruguai) que foi fortemente impactada pela construção de várias hidrelétricas.
É muito importante esclarecer que o refúgio proposto não retira as pessoas das suas casas e propriedades, apenas regula as atividades que podem ser praticadas na região e dá suporte ao desenvolvimento de atividades ecologicamente sustentáveis.